O mundo perdeu neste final de semana um grande artista, um grande cartunista, um grande cara. Não só pelo seu tamanho, mas por tudo que ele era, uma grande pessoa cheia de genialidades.

O ilustrador curitibano Carlos Alberto Noviski, o Noviski ou o Nova, morreu na tarde de Sábado (4)  na cidade de Curitiba após receber alta de uma cirurgia bariátrica pela manhã.

Noviski tinha 49 anos e passava bem segundo familiares.

O cartunista era o que falam por aí, um cara que tinha um enorme coração, com certeza maior que seu peso,  dono de um humor sagaz e afiado.

Uma figura muito fácil de você gostar dele, era sincero e não deixava a “gordurinha da picanha secar e desaparecer na churrasqueira”, era  muito divertido e não tinha papas na língua como todo bom cartunista.

Cartunistas num momento de confraternização: Benett, Paixão, Oneide Diedrich, Sampaio, Noviski (na outra metade da foto) e Marco Jacobsen

Noviski fez  desenho industrial em meados da década de 80 no antigo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR) e, ao longo de sua carreira, passou por jornais como  Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e alguns jornais sindicais. Nos últimos anos atuou no Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC). Onde deixa pronta uma linha de produtos cuja as vendas são todas revertidas para obras sociais.

O corpo do cartunista foi cremado na tarde de Domingo.

Noviski deixa nos amigos aquela sensação de ter ido embora  muito cedo, antes da festa acabar.

Um grande abraço meu camarada, temos certeza que onde quer que você tenha ido esse lugar está muito mais divertido agora.

Até um dia, Noviski.

Sampaio





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